Segundo informações da Agência Brasil, o Programa Nacional de Banda Larga, conhecido por fornecer conexões rápidas de internet com preços já baixos, já está presente em mais de três mil cidades do país. Conforme os dados do Ministério das Comunicações exibem, esse número corresponde a 57% do total de municípios do Brasil. O objetivo do projeto é que até o fim de 2014 todos os municípios serão atendidos pelas operadoras.

Essa é mais uma das medidas do governo federal para digitalizar todas as regiões brasileiras. Através das parcerias do Ministério das Comunicações e as concessionárias de telefonia, as empresas podem comercializar pacotes de acesso à internet com velocidade de 1 Mega bit por segundo a R$ 35 mensais. Das mais de 360 localidades atendidas no primeiro trimestre do ano, grande parte está localizada nas regiões Norte e Nordeste do Brasil.

Segundo o ministério, a estatal Telebrás já construiu mais de 25 mil quilômetros de redes e cabos para chegar às localidades onde não há oferta pela maioria das concessionárias.

Você pode acessar a lista com todos os municípios atendidos pelo Programa Nacional de Banda Larga no site do Ministério das Comunicações Clicando Aqui

Paulo Bernardo ministro das Comunicações, anúnciou que estudará com as operadoras de telefonia que fornecem o serviço de banda larga popular, o aumento da velocidade e do limite de download (capacidade de baixar arquivos e de navegação na internet) dos planos.
Fazem oito meses que estão a venda o plano da internet popular, com mensalidade padrão de R$ 35,00 reais.
No acordo firmado do governo com as teles, o pacote a oferecer tem mensalidade de R$ 35,00 – ou R$ 29,00 em estados onde não há ICMS. Paulo Bernardo bateu o pé e informe que as teles devem oferecer conexão com velocidade de 1 mega por segundo (Mbps), mas com limites aumentados e não com a mixaria que é oferecida hoje, onde o limite de download mensal é de 300 megabytes (MB) para a internet fixa e de 150 megabytes para a móvel (modem).
Todos sabem que é muito muito esses limites, mas Paulo Bernardo quer renegociar para aumentar esses limites. Disse Paulo Bernardo: “Nós temos que começar a preparar um conjunto de ações adicionais ao PNBL para aumentar a velocidade mínima da internet”. Disse ainda que as reclamações são sempre as mesmas por parte dos usuários “limites, considerados baixos”.
Se aprovada tal medida, Bernardo admite que a assinatura da internet popular pode ficar mais cara, mas o governo vai tentar expremer o máximo para que o valor não seja muito superior aos R$ 35,00 reais cobrados hoje.
Vamos aguardar mais pronunciamentos e torçer para que tudo seja a favor de nós usuários da banda larga popular.

Fonte: Ministério das Comunicações

A internet popular vai ser ofertada no Amapá antes do previsto com a chegada da rede da Telebras a Belém, no próximo dia 15 de dezembro. O diretor do Departamento de Banda Larga do MiniCom, Artur Coimbra, explicou que, “da capital paraense, o sinal vai ser transportado por provedores locais para Macapá, via rádio, através de torres de transmissão”. O anúncio foi feito durante o IV Congresso Amapaense de Tecnologia da Informação e Comunicação, realizado esta semana, em Macapá.

A estatal fará parcerias com empresas da região para que ofertem a banda larga nos moldes do PNBL. Coimbra reitera que a conexão por fibra óptica chega ao estado do Amapá em dezembro de 2012, como anunciado antes pelo governo, com a conclusão do trecho Manaus/Macapá do Linhão de Tucuruí – uma grande linha de transmissão de energia que vai cortar a floresta amazônica entre os estados do Pará, Amazonas e Amapá.

A empresa OI também planeja conectar o estado no próximo ano, construindo uma ligação de fibra óptica entre a Guiana Francesa e a rede da Eletronorte, que já conecta os municípios de Calçoene e Macapá. Para tanto, a empresa poderá receber benefícios fiscais do governo do Amapá.

Único estado do país que não está conectado por fibra óptica, o Amapá tem a menor densidade de acessos à internet entre todos os estados brasileiros, com menos de um ponto de conexão para cada 100 mil habitantes. “A internet no Amapá é a mais cara do Brasil, por isso levar a banda larga popular aos cidadãos amapaenses é uma prioridade do Governo Federal”, ressalta o diretor.

TIM WEB TEMPO

TIM Web é a internet móvel pro seu computador ou notebook com franquias de horas de navegação. Fácil de controlar e com assinatura a partir de R$ 32,90 mensais.

Você utiliza a internet pelo tempo de acesso do plano:

A Tim oferece planos de 20 horas (bônus de 10 horas) totalizando 30 horas/mês

Planos de 60 horas ou mais.

 

Esse é um serviço de internet que a Tim oferece para aqueles que sabem controlar as horas na internet, depois do tempo ultrapassado da franquia você tem uma redução da velocidade.

Será que realmente vale a pena optar pela banda larga popular. Uma vez que as telefonias estão dando limitações de acesso de acordo com o plano escolhido.

Veja os preços estabelecidos pelas operadoras:

Vivo: 150mb – 29,90 mensais

250mb- 34,90 mensais.

Os planos Vivo Internet Brasil 150MB e Vivo Internet Brasil 250MB estão contemplados pelo Plano Nacional de Banda Larga.

Oi:

Oi Velox 3G : 29,90 mensais (150 mb)

49,90 mensais (250mb)

Faça a sua escolha e veja qual é a melhor alternativa.

 

 

SÃO PAULO (Reuters) – A TIM Participações utilizará sua rede móvel para participar do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), em seu mais recente movimento visando abranger o mercado residencial.

A comercialização de Internet pela TIM através do PNBL deve começar até setembro deste ano, e envolve inicialmente quatro cidades em Goiás –Samambaia, Recanto das Emas, Águas Lindas de Goiás e Santo Antônio do Descoberto–, informou a companhia em comunicado nesta quarta-feira.

Às 12h14, as ações ordinárias da TIM eram negociadas com alta de 0,79 por cento, a 7,66 reais. No mesmo horário, o Ibovespa ganhava 1,63 por cento.

Na terça-feira, a TIM havia anunciado que assinaria contrato com a Telebrás para participar do PNBL, um programa coodernado pelo Ministério das Comunicações que pretende popularizar o acesso rápido à Internet e abranger todo o país até 2014. Pelo PNBL o fornecimento de banda larga a 1 megabit por segundo deve custar 35 reais por mês.

“A iniciativa utilizará a rede móvel da operadora, que possui abrangência nacional, para promover o acesso à banda larga móvel em desktops e notebooks via modem”, afirma a companhia no comunicado.

Na última sexta-feira, a TIM anunciou a aquisição da empresa de telecomunicações da AES Brasil, Atimus, por 1,6 bilhão de reais, com o intuito de reforçar sua rede de fibra ótica e conquistar mais mercado residencial.

Os grupos Oi, Telefônica, CTBC e Sercomtel acertaram, em 30 de junho, contratos com o governo para fornecer Internet pelo PNBL.

(Por Sérgio Spagnuolo)

O PNBL (Plano Nacional de Banda Larga) tem o objetivo de oferecer internet rápida em larga escala, para todo o país, nos próximos anos. A partir de setembro, seis operadoras devem dar início à oferta da conexão de 1 Mbps (megabit por segundo) a R$ 35 mensais. Questionado se essa massificação não deve piorar ainda mais a qualidade do serviço que está entre os líderes de reclamações, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou: “esperar [o serviço] melhorar para distribuir ao povo me parece injusto”. E complementou: “é melhor ter milhões reclamando da internet do que milhões sem saber como ela funciona para poder reclamar”.

Bernardo ponderou que, se considerada a telefonia móvel e fixa, são mais de 250 milhões de usuários em todo o país. “É mais do que a população brasileira. Parece natural ter muita reclamação, até porque o serviço apresenta deficiência mesmo.” Mas, segundo ele, o caminho não é esperar até que o problema se resolva, para só então oferecer a banda larga popular. “Por que só eu posso reclamar da minha internet? Por que o rapaz que serve o cafezinho aqui não pode fazer isso?” questionou em seu gabinete, onde recebeu a equipe de reportagem do UOL.

Isso não significa, segundo ele, que não haverá metas de qualidade para a internet rápida oferecida dentro do plano do governo. A partir de 31 de outubro, disse Bernardo, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) terá a definição da qualidade mínima oferecida nos serviços de telefonia fixa e móvel. “A Anatel está começando com 30% [de entrega da velocidade da conexão contratada] e isso vai aumentando gradativamente. A exigência me parece imperativa, fundamental.” Hoje, quando um usuário contrata um plano de banda larga, tem a garantia de que 10% do valor total lhe será entregue.

Até setembro, as empresas de telefonia fixa deverão iniciar a oferta da banda larga popular. Antes disso, outros prazos haviam sido dados para o início do plano, sem serem cumpridos: julhoabril edezembro de 2010 – a promessa inicial era que 100 cidades estariam conectadas à internet rápida pelo PNBL até o final do ano passado.

O objetivo do PNBL é fazer com que 40 milhões de domicílios tenha conexão rápida até 2014. Segundo dados da Telebrasil (Associação Brasileira de Telecomunicações), esse número hoje gira em torno de 17,4 milhões.

Fonte: site terra

A partir de hoje (1º), moradores de 344 municípios poderão contratar internet com velocidade de 1 megabit por segundo (Mbps) a R$ 35, dentro do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). As empresas de telefonia fixa que firmaram termos de compromisso com o governo para participar do programa confirmaram o início das ofertas, encaminhando ao Ministério das Comunicações a lista de municípios a serem atendidos na primeira fase.

A expectativa é que até o final do ano o número de municípios atendidos chegue a 544. O valor do serviço pode chegar a R$ 29,90 nos estados onde haverá isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Os termos de compromisso firmados com as empresas de telefonia Oi, Telefônica, Algar Telecom e Sercomtel determinam os principais requisitos a serem cumpridos pelas empresas, como preço e velocidade. Também estabelecem que as operadoras não poderão fazer venda casada, ou seja, obrigar o consumidor a comprar outro produto além da conexão à internet, mas poderão ofertar internet móvel onde não for possível por meio da fixa.

A operadora Oi informou disse nesta sexta-feira (30) que já começou a oferecer, em 100 municípios, o serviço de internet chamado Oi Velox nos moldes do PNBL. A empresa também vai oferecer um pacote de serviço que inclui a internet e o telefone fixo por até R$ 69,90 mensais, ou R$ 64,80 nos estados com isenção de ICMS. O modem será cedido em regime de comodato, e o provedor de acesso à internet não será cobrado. Até o fim do ano, as ofertas do Oi Velox serão estendidas para outras 200 cidades e, até o fim de 2014, a todos os 4.800 municípios da área de atuação da empresa.

A Telefônica também iniciou ontem a oferta de banda larga dentro do PNBL, direcionando o serviço para 229 cidades do estado de São Paulo. Segundo a empresa, o pacote que inclui telefonia fixa e internet custará a partir de R$ 57,30. No caso da banda larga fixa, a oferta é um valor de R$ 29,80 e não inclui, promocionalmente, nenhum tipo de limite de downloads. A Telefônica também já oferece, por meio de sua empresa de telefonia móvel, a Vivo, internet móvel a R$ 29,90 em mais de 1,5 mil cidades onde a operadora possui rede 3G.

As operadoras de telefonia móvel TIM e Claro também já firmaram acordo com o governo para oferecer internet por meio da tecnologia 3G com velocidade de 1 Mbps a preços populares. No caso da TIM, as primeiras localidades atendidas são do Distrito Federal e de Goiás e a expectativa é contemplar 1.000 cidades até 2012. A Claro já está oferecendo internet móvel para os 515 municípios onde já tem cobertura 3G.

Na próxima semana, o Ministério das Comunicações vai publicar na internet uma lista completa dos municípios onde já está havendo oferta de banda larga a preços populares. Nesta quinta-feira (29), o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, garantiu que o governo vai acompanhar e cobrar das empresas o cumprimento do termo de compromisso. Segundo ele, as empresas estão oferecendo o serviço antes mesmo do prazo estabelecido pelo ministério.

(Com informações da Agência Brasil)/ TERRA.

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O início do plano de Internet banda larga do governo deve gerar um aumento na oferta do serviço suficiente para pressionar as empresas a cobrarem valores abaixo dos previstos, afirmou o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, nesta quinta-feira.

“A minha previsão, com toda a sinceridade, é que as empresas não vão conseguir vender a 35 reais (por 1 megabit/segundo), porque vai ter mais oferta. Provavelmente vão ter de baixar (o preço) ou aumentar a velocidade pelo mesmo preço”, disse Bernardo, no programa de rádio do governo “Bom Dia Ministro”.

Segundo Bernardo, apenas 27 por cento dos domicílios brasileiros têm acesso à Internet e nos próximos 60 dias empresas que firmaram contratos para participar do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) deverão começar a oferecer a conexão de velocidade de 1 Mbit/s por 35 reais.

O ministro comentou no programa que os planos do governo devem exigir investimentos de 10 bilhões de reais em infraestrutura até 2014 e que o ministério está avaliando a construção de pelo menos mais um cabo submarino internacional de comunicações de forma a preparar a rede brasileira para o esperado aumento de demanda de tráfego de dados.

“Já temos propostas para construir um para a América do Norte e outro para a Europa, para atender à demanda.”

Para a Copa do Mundo de 2014, Bernardo afirmou que os investimentos vão incluir velocidade ultrarápidas de acesso à Internet (de 50 Mbit/s a 100 Mbit/s) de Internet nas cidades-sede. “Vai ser preciso escala industrial e estamos planejando isso para fazermos o provimento dessa infraestrutura a tempo para a Copa.”

Pelo PNBL, a estatal de comunicações Telebrás planeja construir uma ampla rede de fibra ótica em todo o Brasil para fornecer infraestrutura de banda larga a provedores de Internet e operadoras de telefonia. No começo de junho, a Telebrás assinou seu primeiro contrato de banda larga dentro do PNBL, com o provedor local de acesso Sadnet, em Santo Antônio do Descoberto (GO).

As operadoras Oi, Telefônica, TIM, CTBC e Sercomtel também vão participar do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).