Fonte: Ministério das Comunicações

A internet popular vai ser ofertada no Amapá antes do previsto com a chegada da rede da Telebras a Belém, no próximo dia 15 de dezembro. O diretor do Departamento de Banda Larga do MiniCom, Artur Coimbra, explicou que, “da capital paraense, o sinal vai ser transportado por provedores locais para Macapá, via rádio, através de torres de transmissão”. O anúncio foi feito durante o IV Congresso Amapaense de Tecnologia da Informação e Comunicação, realizado esta semana, em Macapá.

A estatal fará parcerias com empresas da região para que ofertem a banda larga nos moldes do PNBL. Coimbra reitera que a conexão por fibra óptica chega ao estado do Amapá em dezembro de 2012, como anunciado antes pelo governo, com a conclusão do trecho Manaus/Macapá do Linhão de Tucuruí – uma grande linha de transmissão de energia que vai cortar a floresta amazônica entre os estados do Pará, Amazonas e Amapá.

A empresa OI também planeja conectar o estado no próximo ano, construindo uma ligação de fibra óptica entre a Guiana Francesa e a rede da Eletronorte, que já conecta os municípios de Calçoene e Macapá. Para tanto, a empresa poderá receber benefícios fiscais do governo do Amapá.

Único estado do país que não está conectado por fibra óptica, o Amapá tem a menor densidade de acessos à internet entre todos os estados brasileiros, com menos de um ponto de conexão para cada 100 mil habitantes. “A internet no Amapá é a mais cara do Brasil, por isso levar a banda larga popular aos cidadãos amapaenses é uma prioridade do Governo Federal”, ressalta o diretor.

TIM WEB TEMPO

TIM Web é a internet móvel pro seu computador ou notebook com franquias de horas de navegação. Fácil de controlar e com assinatura a partir de R$ 32,90 mensais.

Você utiliza a internet pelo tempo de acesso do plano:

A Tim oferece planos de 20 horas (bônus de 10 horas) totalizando 30 horas/mês

Planos de 60 horas ou mais.

 

Esse é um serviço de internet que a Tim oferece para aqueles que sabem controlar as horas na internet, depois do tempo ultrapassado da franquia você tem uma redução da velocidade.

Será que realmente vale a pena optar pela banda larga popular. Uma vez que as telefonias estão dando limitações de acesso de acordo com o plano escolhido.

Veja os preços estabelecidos pelas operadoras:

Vivo: 150mb – 29,90 mensais

250mb- 34,90 mensais.

Os planos Vivo Internet Brasil 150MB e Vivo Internet Brasil 250MB estão contemplados pelo Plano Nacional de Banda Larga.

Oi:

Oi Velox 3G : 29,90 mensais (150 mb)

49,90 mensais (250mb)

Faça a sua escolha e veja qual é a melhor alternativa.

 

 

SÃO PAULO (Reuters) – A TIM Participações utilizará sua rede móvel para participar do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), em seu mais recente movimento visando abranger o mercado residencial.

A comercialização de Internet pela TIM através do PNBL deve começar até setembro deste ano, e envolve inicialmente quatro cidades em Goiás –Samambaia, Recanto das Emas, Águas Lindas de Goiás e Santo Antônio do Descoberto–, informou a companhia em comunicado nesta quarta-feira.

Às 12h14, as ações ordinárias da TIM eram negociadas com alta de 0,79 por cento, a 7,66 reais. No mesmo horário, o Ibovespa ganhava 1,63 por cento.

Na terça-feira, a TIM havia anunciado que assinaria contrato com a Telebrás para participar do PNBL, um programa coodernado pelo Ministério das Comunicações que pretende popularizar o acesso rápido à Internet e abranger todo o país até 2014. Pelo PNBL o fornecimento de banda larga a 1 megabit por segundo deve custar 35 reais por mês.

“A iniciativa utilizará a rede móvel da operadora, que possui abrangência nacional, para promover o acesso à banda larga móvel em desktops e notebooks via modem”, afirma a companhia no comunicado.

Na última sexta-feira, a TIM anunciou a aquisição da empresa de telecomunicações da AES Brasil, Atimus, por 1,6 bilhão de reais, com o intuito de reforçar sua rede de fibra ótica e conquistar mais mercado residencial.

Os grupos Oi, Telefônica, CTBC e Sercomtel acertaram, em 30 de junho, contratos com o governo para fornecer Internet pelo PNBL.

(Por Sérgio Spagnuolo)

O PNBL (Plano Nacional de Banda Larga) tem o objetivo de oferecer internet rápida em larga escala, para todo o país, nos próximos anos. A partir de setembro, seis operadoras devem dar início à oferta da conexão de 1 Mbps (megabit por segundo) a R$ 35 mensais. Questionado se essa massificação não deve piorar ainda mais a qualidade do serviço que está entre os líderes de reclamações, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou: “esperar [o serviço] melhorar para distribuir ao povo me parece injusto”. E complementou: “é melhor ter milhões reclamando da internet do que milhões sem saber como ela funciona para poder reclamar”.

Bernardo ponderou que, se considerada a telefonia móvel e fixa, são mais de 250 milhões de usuários em todo o país. “É mais do que a população brasileira. Parece natural ter muita reclamação, até porque o serviço apresenta deficiência mesmo.” Mas, segundo ele, o caminho não é esperar até que o problema se resolva, para só então oferecer a banda larga popular. “Por que só eu posso reclamar da minha internet? Por que o rapaz que serve o cafezinho aqui não pode fazer isso?” questionou em seu gabinete, onde recebeu a equipe de reportagem do UOL.

Isso não significa, segundo ele, que não haverá metas de qualidade para a internet rápida oferecida dentro do plano do governo. A partir de 31 de outubro, disse Bernardo, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) terá a definição da qualidade mínima oferecida nos serviços de telefonia fixa e móvel. “A Anatel está começando com 30% [de entrega da velocidade da conexão contratada] e isso vai aumentando gradativamente. A exigência me parece imperativa, fundamental.” Hoje, quando um usuário contrata um plano de banda larga, tem a garantia de que 10% do valor total lhe será entregue.

Até setembro, as empresas de telefonia fixa deverão iniciar a oferta da banda larga popular. Antes disso, outros prazos haviam sido dados para o início do plano, sem serem cumpridos: julhoabril edezembro de 2010 – a promessa inicial era que 100 cidades estariam conectadas à internet rápida pelo PNBL até o final do ano passado.

O objetivo do PNBL é fazer com que 40 milhões de domicílios tenha conexão rápida até 2014. Segundo dados da Telebrasil (Associação Brasileira de Telecomunicações), esse número hoje gira em torno de 17,4 milhões.

Fonte: site terra

A partir de hoje (1º), moradores de 344 municípios poderão contratar internet com velocidade de 1 megabit por segundo (Mbps) a R$ 35, dentro do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). As empresas de telefonia fixa que firmaram termos de compromisso com o governo para participar do programa confirmaram o início das ofertas, encaminhando ao Ministério das Comunicações a lista de municípios a serem atendidos na primeira fase.

A expectativa é que até o final do ano o número de municípios atendidos chegue a 544. O valor do serviço pode chegar a R$ 29,90 nos estados onde haverá isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Os termos de compromisso firmados com as empresas de telefonia Oi, Telefônica, Algar Telecom e Sercomtel determinam os principais requisitos a serem cumpridos pelas empresas, como preço e velocidade. Também estabelecem que as operadoras não poderão fazer venda casada, ou seja, obrigar o consumidor a comprar outro produto além da conexão à internet, mas poderão ofertar internet móvel onde não for possível por meio da fixa.

A operadora Oi informou disse nesta sexta-feira (30) que já começou a oferecer, em 100 municípios, o serviço de internet chamado Oi Velox nos moldes do PNBL. A empresa também vai oferecer um pacote de serviço que inclui a internet e o telefone fixo por até R$ 69,90 mensais, ou R$ 64,80 nos estados com isenção de ICMS. O modem será cedido em regime de comodato, e o provedor de acesso à internet não será cobrado. Até o fim do ano, as ofertas do Oi Velox serão estendidas para outras 200 cidades e, até o fim de 2014, a todos os 4.800 municípios da área de atuação da empresa.

A Telefônica também iniciou ontem a oferta de banda larga dentro do PNBL, direcionando o serviço para 229 cidades do estado de São Paulo. Segundo a empresa, o pacote que inclui telefonia fixa e internet custará a partir de R$ 57,30. No caso da banda larga fixa, a oferta é um valor de R$ 29,80 e não inclui, promocionalmente, nenhum tipo de limite de downloads. A Telefônica também já oferece, por meio de sua empresa de telefonia móvel, a Vivo, internet móvel a R$ 29,90 em mais de 1,5 mil cidades onde a operadora possui rede 3G.

As operadoras de telefonia móvel TIM e Claro também já firmaram acordo com o governo para oferecer internet por meio da tecnologia 3G com velocidade de 1 Mbps a preços populares. No caso da TIM, as primeiras localidades atendidas são do Distrito Federal e de Goiás e a expectativa é contemplar 1.000 cidades até 2012. A Claro já está oferecendo internet móvel para os 515 municípios onde já tem cobertura 3G.

Na próxima semana, o Ministério das Comunicações vai publicar na internet uma lista completa dos municípios onde já está havendo oferta de banda larga a preços populares. Nesta quinta-feira (29), o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, garantiu que o governo vai acompanhar e cobrar das empresas o cumprimento do termo de compromisso. Segundo ele, as empresas estão oferecendo o serviço antes mesmo do prazo estabelecido pelo ministério.

(Com informações da Agência Brasil)/ TERRA.

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O início do plano de Internet banda larga do governo deve gerar um aumento na oferta do serviço suficiente para pressionar as empresas a cobrarem valores abaixo dos previstos, afirmou o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, nesta quinta-feira.

“A minha previsão, com toda a sinceridade, é que as empresas não vão conseguir vender a 35 reais (por 1 megabit/segundo), porque vai ter mais oferta. Provavelmente vão ter de baixar (o preço) ou aumentar a velocidade pelo mesmo preço”, disse Bernardo, no programa de rádio do governo “Bom Dia Ministro”.

Segundo Bernardo, apenas 27 por cento dos domicílios brasileiros têm acesso à Internet e nos próximos 60 dias empresas que firmaram contratos para participar do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) deverão começar a oferecer a conexão de velocidade de 1 Mbit/s por 35 reais.

O ministro comentou no programa que os planos do governo devem exigir investimentos de 10 bilhões de reais em infraestrutura até 2014 e que o ministério está avaliando a construção de pelo menos mais um cabo submarino internacional de comunicações de forma a preparar a rede brasileira para o esperado aumento de demanda de tráfego de dados.

“Já temos propostas para construir um para a América do Norte e outro para a Europa, para atender à demanda.”

Para a Copa do Mundo de 2014, Bernardo afirmou que os investimentos vão incluir velocidade ultrarápidas de acesso à Internet (de 50 Mbit/s a 100 Mbit/s) de Internet nas cidades-sede. “Vai ser preciso escala industrial e estamos planejando isso para fazermos o provimento dessa infraestrutura a tempo para a Copa.”

Pelo PNBL, a estatal de comunicações Telebrás planeja construir uma ampla rede de fibra ótica em todo o Brasil para fornecer infraestrutura de banda larga a provedores de Internet e operadoras de telefonia. No começo de junho, a Telebrás assinou seu primeiro contrato de banda larga dentro do PNBL, com o provedor local de acesso Sadnet, em Santo Antônio do Descoberto (GO).

As operadoras Oi, Telefônica, TIM, CTBC e Sercomtel também vão participar do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

O termo banda larga pode apresentar diferentes significados em diferentes contextos. A recomendação I.113 do setor de Padronização da UIT define banda larga como a capacidade de transmissão que é superior àquela da primária do ISDN a 1.5 ou 2 Megabits por segundo. O Brasil ainda não tem uma regulamentação que indique qual é a velocidade mínima para uma conexão ser considerada de banda larga. A Colômbia estabeleceu uma velocidade mínima de 512kbps e os Estados Unidos de 200kbps. O significado já sofreu várias modificações conforme o tempo. Inicialmente, banda larga era o nome usado para definir qualquer conexão à internet acima da velocidade padrão dos modems analógicos (56 Kbps). Usando linhas analógicas convencionais, a velocidade máxima de conexão é de 56 Kbps. Para obter velocidade acima desta tem-se obrigatoriamente de optar por uma outra maneira de conexão do computador com o provedor. Atualmente existem inúmeras soluções no mercado. O termo pode ser usado como oposição à Banda estreita ou Banda base.

SDN (também conhecida por RDIS)

Utilizam as redes de telefonia convencionais para transmitir dados em alta velocidade que variam de 64 a 128 Kbps (ISDN). No Brasil foi conhecido por conexão ou link dedicado, mas foi superado pela redes xDSL, mais usadas atualmente. Em Portugal é utilizado o acrónimo RDIS (Rede Digital com Integração de Serviços ). Para uma rede de telefonia transmitir dados através destas tecnologias, ela precisa ser 100% digital além das companhias de telefone adaptarem uma aparelhagem que viabilize a conexão. Requer do usuário um modemapropriado. É possível ampliar esta tecnologia desde que as redes sejam substituídas por cabo de fibra óptica.

ADSL

ADSL é um tipo de conexão xDSL mais usado existindo também outros tipos e, comparada a outras formas desta, o ADSL tem a característica principal de que os dados podem trafegar mais rápido em um sentido do que em outro. Geralmente, os provedores anunciam o ADSL como um serviço onde a velocidade de “download” é mais rápida do que a velocidade usada para “upload”. A grande vantagem do ADSL é que o usuário é conectado ponto a ponto com a central telefônica, sem precisar compartilhar sua linha com outros usuários, contrariamente ao modem a cabo. O modem ou roteador ADSL pode ser ligado ao computador via uma placa ethernet, através de uma porta USB ou ainda em modo wireless (sem fio)

Modem a cabo (Cable Modem)

Esta tecnologia, também conhecida por Cable Modem, utiliza as redes de transmissão de TV por cabo convencionais (chamadas de CATV - Community Antenna Television) para transmitir dados em velocidades que variam de 70 Kbps a 150 Mbps, fazendo uso da porção de banda não utilizada pela TV a cabo.

O Facebook, rede social com 750 milhões de pessoas no mundo, passou o Orkut, do Google, em 1,9 milhão de usuários únicos no mês de agosto no Brasil, de acordo com pesquisa feita pelo Ibope Nielsen Online e divulgada neste sábado (10).

A rede social criada por Mark Zuckerbeg atingiu 30,9 milhões de usuários únicos, o que corresponde a 68,2% dos internautas que acessam a internet no Brasil do trabalho ou em domicílio. Segundo nota do instituto, com essa marca, o Facebook “equiparou-se” ao Orkut, até então o maior site social no Brasil. A rede do Google registrou 29 milhões de usuários, ou 64% dos internautas do país, uma diferença de quase 2 milhões de usuários a menos em relação ao concorrente.

O Twitter, de acordo com a pesquisa, manteve tendência de crescimento no Brasil e em agosto alcançou 14,2 milhões de usuários únicos (31,3% dos internautas). Durante agosto, cada usuário brasileiro se conectou a redes sociais por um tempo médio de 7 horas e 14 minutos.

Segundo o instituto de pesquisa, os dados referentes às redes sociais foram divulgados “excepcionalmente e para esclarecimento do mercado”. Em 5 de setembro, a revista “Isto É” publicou uma reportagem afirmando que o Facebook teria passado o Orkut em número de usuários no Brasil, citando dados ainda não divulgados pelo Ibope Nielsen.

Brasileiros na internet

Além dos dados referentes ao uso de redes sociais, o Ibope Nielsen Online apontou que o Brasil chegou ao total de 77,8 milhões de pessoas que acessam a internet de qualquer ambiente — domicílios, trabalho, escolas, lan houses ou outros locais. O número é 5,5% superior ao do segundo trimestre de 2010.

O tempo de uso de computador com internet atingiu 69 horas por pessoa em agosto – aumento de 6,4% se comparado ao mês anterior.